Ao contrário do que todo mundo ou nada mundo pensa ou deixa de pensar, isso que nós dois temos é bom justamente por ser normal, clichê, comum. Tudo o que eu tive antes e que era de se apreciar pelo fato de ser autêntico e não demonstrar necessidade de estar grudado, tudo isso me deu uma falta danada de grudar em alguém e ser brega e bonito como as canções do Fagner. Então agora que eu tenho, isso se apresenta como novidade pra mim e pra todo mundo que me cercava nos tempos antigos. Estamos sendo mal julgados, mas eu realmente não dou a mínima se acham chato quando seguro tua mão a noite toda e não consigo olhar outra coisa a não ser o seu rosto e fico esperando o próximo beijo, seja ele na bochecha, pescoço ou boca. Pela primeira vez na vida não sinto vergonha de amar.
Escrevi este, não tem a data concreta, mas tem o ano, e foi em 2010 e pelos desenhos ao redor, eu estava bem feliz.
Pois é, chorei ao ver.
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